Projeto de implementação de Bunkers em escolas estaduais de SC gera questionamentos sobre prioridades
Conforme divulgado pelo Governo de Santa Catarina, o programa de bunkers contra tempestades nas escolas estaduais de SC será implementado para aumentar a segurança de estudantes, docentes e comunidade escolar diante de fenômenos climáticos extremos. A primeira unidade segura será construída na Escola Estadual Jacob Maran, em Dionísio Cerqueira, durante a reconstrução do colégio após danos causados por um tornado.
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CONSTRUÇÃO DE SALAS SEGURAS EM ESCOLAS
As novas salas seguras terão estrutura reforçada para suportar tornados e chuvas intensas, aproveitando áreas já existentes nas escolas em reformas ou em novas construções. As unidades atingidas recentemente no Extremo Oeste do estado devem receber manutenção e adequações nos próximos dias, garantindo proteção imediata aos alunos e funcionários.
ATUAÇÃO IMEDIATA APÓS OS TEMPORAIS
Nos municípios de Dionísio Cerqueira e Xanxerê, fortemente impactados por temporais e tornados no último final de semana, a Defesa Civil estadual realizou ações de assistência social e logística. Foram entregues telhas, lonas, materiais de limpeza e cestas básicas, além de acompanhamento e monitoramento do risco de novas intempéries.
REFORÇO NA SEGURANÇA DAS COMUNIDADES ESCOLARES
A iniciativa integra um conjunto de medidas voltadas à prevenção de acidentes e à proteção de toda a comunidade escolar. As salas seguras oferecem um ambiente resistente a fenômenos extremos, garantindo que escolas estaduais de SC possam funcionar de maneira mais segura mesmo em condições climáticas adversas.
PROPOSTA DE CONSTRUÇÃO DE BUNKERS DIVIDEM OPINIÕES
Apesar de a proposta ser vista como um avanço na proteção física das escolas, a iniciativa também gerou críticas entre integrantes da comunidade escolar. Muitos apontam que, antes de investir na construção de bunkers, o governo deveria priorizar melhorias em questões básicas de infraestrutura, como telhados, drenagem, eletricidade e acessibilidade. Para pais, alunos e professores, essas carências cotidianas afetam diretamente o funcionamento das escolas e deveriam ser tratadas como prioridade em relação a obras de maior custo e impacto pontual.



