Sirecom Grande Florianópolis empossa diretoria e inicia novo ciclo
O Sirecom Grande Florianópolis realiza nesta sexta-feira, às 15h, em sua sede, a cerimônia de posse da nova diretoria da entidade. O ato marca o início de um novo ciclo institucional em uma das mais tradicionais representações sindicais do comércio catarinense, com impacto direto sobre a organização e a representação dos representantes comerciais da região.
Assume a presidência o representante comercial e administrador Orivaldo Besen, que passa a conduzir a entidade em um momento de debate sobre o papel dos sindicatos e a adaptação às transformações do mercado. A nova diretoria responde hoje por uma base que reúne mais de 7 mil representantes comerciais.
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NOVA DIRETORIA ASSUME A CONDUÇÃO DO SIRECOM GRANDE FLORIANÓPOLIS
Além de Orivaldo Besen na presidência, a diretoria é composta por Carlos Manuel Romani, como Diretor Secretário, e João Maria Matos, como Diretor Tesoureiro. Integram ainda a gestão os diretores Rinaldo Tadeu Gertrudes, Sandro Fabian Pires, Henrique Luchezi, João Pedro da Silva Rosa, Laudelino Marcio Lopes e Haroldo Luiz Figueiredo.
A composição reflete a proposta de continuidade administrativa e de fortalecimento institucional do sindicato, mantendo a representatividade da categoria em um cenário de mudanças nas relações comerciais e no mercado de trabalho.
FOCO NA CONTINUIDADE E NA TRAJETÓRIA HISTÓRICA DA ENTIDADE
Para Orivaldo Besen, o início da gestão está diretamente ligado ao reconhecimento da história do Sirecom Grande Florianópolis e de seu papel no sindicalismo do comércio em Santa Catarina. Ele destaca a atuação dos precursores da entidade e a influência decisiva do sindicato na criação da Federação do Comércio de Santa Catarina (Fecomércio-SC).
“Assumimos o Sirecom Grande Florianópolis com respeito à história construída por gerações de dirigentes e representantes comerciais. É impossível tratar do presente sem reconhecer aqueles que ajudaram a estruturar o movimento sindical do comércio no Estado e foram decisivos para a criação da Fecomércio-SC”, destaca.
ENTIDADE BUSCA AMPLIAR ATUAÇÃO ALÉM DA REPRESENTAÇÃO SINDICAL
Segundo Besen, a proposta da nova gestão é ampliar o papel institucional do Sirecom, que hoje representa mais de 7 mil profissionais. A avaliação é de que o sindicato deve atuar também como um espaço permanente de valorização e qualificação da profissão de representante comercial.
“O Sirecom não é apenas um sindicato. É um ecossistema de valorização e aperfeiçoamento da profissão de representante comercial, onde vamos atuar com foco em economicidade, na valorização profissional e na eficiência na gestão. Trabalharemos para que a entidade siga sendo um instrumento moderno, representativo e alinhado às transformações do mercado”, afirma.
Entre os desafios apontados estão a ampliação de serviços, a atração de novos associados, o fortalecimento da representatividade institucional e política e a intensificação de ações de capacitação e integração da categoria.
UMA HISTÓRIA QUE SE CONFUNDE COM O COMÉRCIO CATARINENSE
Com origens na década de 1930, o Sirecom Grande Florianópolis é sucessor da antiga Associação Profissional de Representantes Comerciais. A entidade teve papel precursor no movimento que levou à criação da Fecomércio-SC, sendo oficialmente reconhecida em 1948 pelo Ministério do Trabalho.
A partir de 1993, o sindicato passou por um processo de expansão territorial e de serviços, consolidando-se como Sindicato dos Representantes Comerciais da Grande Florianópolis, denominação adotada em 1998.
Atualmente, o Sirecom integra o Sistema Confederativo do Comércio, é filiado à Fecomércio-SC e à Confederação Nacional do Comércio (CNC), além de participar de instâncias como Senac-SC, Sesc-SC e CORE-SC. A entidade representa municípios da Grande Florianópolis e do litoral sul catarinense.
A posse da nova diretoria abre um período de redefinição de prioridades e de fortalecimento da atuação do sindicato. A expectativa é de que, a partir desta gestão, o Sirecom Grande Florianópolis avance na ampliação de serviços e na adaptação às demandas atuais da categoria, mantendo o vínculo com sua trajetória histórica e com o desenvolvimento econômico regional.





