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SUMMARY:Festival Street Art Tour ocupará o Largo da Alfândega em Florianópolis em setembro
DESCRIPTION:O Festiva Street Art Tour chega à terceira edição entre 1º e 7 de setembro\, em Florianópolis\, com o tema “Conexões Lusófonas”. A programação reúne mais de 100 artistas brasileiros e internacionais em murais\, exposições\, oficinas\, tour guiado\, mercado de arte e shows\, ampliando a ocupação cultural de espaços públicos da capital catarinense.\n \nA edição de 2026 também marca a expansão do projeto para outras cidades\, com a realização do primeiro mural em empena em Blumenau. Em Florianópolis\, as atividades se concentram principalmente na Arena do Largo da Alfândega e em diferentes pontos da cidade\, incluindo o Centro\, a UFSC\, Córrego Grande e o Estreito.\n \n\nFESTIVA STREET ART AMPLIA A OCUPAÇÃO DA CIDADE\n \nO início da terceira edição foi marcado pela projeção do mural “Anunciação” na empena do Museu Victor Meirelles\, em 17 de agosto. A obra\, assinada por Bernardo Dartagnan e Henrique Doss\, revisita o legado do pintor catarinense Victor Meirelles.\n \nA programação mantém a proposta de transformar fachadas\, empenas e outros espaços urbanos em locais de produção e circulação artística. Ao longo do festival\, serão realizados murais individuais e coletivos de pequeno\, médio e grande formato.\n \nEntre os trabalhos previstos estão um mural em homenagem a Victor Meirelles\, três murais no Centro de Florianópolis\, dois na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC)\, além de intervenções no Córrego Grande e no Estreito.\n \nTambém estão programadas a pintura coletiva “Falando de Graffiti”\, no Córrego Grande\, a pintura coletiva “Travessias”\, no Estreito\, o mural do Centro Cultural Anastácia\, no Estreito\, e ações nas galerias Viva\, no Largo da Alfândega\, e de Arte da Marriquinha.\n\nFoto: Tunai Arozi \n \n\nTEMA CONECTA BRASIL A OUTROS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA\n \n“Conexões Lusófonas” orienta a edição deste ano a partir das relações históricas e culturais construídas entre territórios que utilizam a língua portuguesa. A proposta aborda temas como herança colonial\, migração\, ancestralidade africana\, identidade periférica\, memória e cultura popular contemporânea.\n \nA programação reúne artistas de Santa Catarina e de diferentes regiões brasileiras\, além de participantes de Angola\, Portugal e Cabo Verde.\n \nA proposta também aparece na seleção musical. Samba\, funaná\, afrobeat\, rap crioulo\, amapiano\, fado e outras linguagens dividem espaço em uma programação que evidencia a diversidade cultural existente entre países conectados pela língua portuguesa.\n \nSegundo o curador Rodrigo Rizo\, a escolha do tema surgiu após uma experiência artística em Cabo Verde e Portugal\, em 2024.\n \n“A escolha de Conexões Lusófonas como tema do festival nasce de uma experiência muito pessoal. Em 2024\, tive a oportunidade de conhecer Cabo Verde durante um intercâmbio artístico para participar do festival de arte urbana SCAW\, a convite das produtoras culturais portuguesas MGA e ORB Creative Lab\, que desenvolvem projetos no contexto da Lusofonia em diálogo com a CPLP. Naquela viagem\, visitei também Portugal pela primeira vez. Foi\, portanto\, minha primeira experiência concreta com esse universo lusófono para além do Brasil. Esse encontro me fez perceber que compartilhamos uma língua e muitos atravessamentos históricos\, mas que existe uma diversidade cultural imensa entre esses territórios. Voltei dessa experiência com o desejo de aproximar essas diferentes realidades através da arte urbana. Conexões Lusófonas nasce justamente desse desejo: criar pontes\, promover encontros e entender a língua portuguesa não apenas como uma herança comum\, mas como um território vivo de troca\, identidade e transformação”.\n \n— Rodrigo Rizo\, curador do festival.\n \n\nEXPOSIÇÕES OCUPAM O CENTRO DE FLORIANÓPOLIS\n \nDuas exposições integram a programação do festival em setembro.\n \nA exposição “Língua Viva”\, da artista Crispa Pagnoncelli\, abre em 2 de setembro\, na Galeria Berlin\, localizada na Rua Vitor Konder\, 409\, no Centro. A abertura será às 19h\, com visitação de terça a sábado\, das 13h30 às 23h.\n \nNo dia 4 de setembro\, o espaço também recebe uma oficina. O festival informou que os detalhes podem ser acompanhados pelo perfil @streetarttourfloripa.\n \nJá a exposição “É Apenas o Começo”\, do artista Wagner Wagz\, terá abertura em 5 de setembro\, às 10h\, na Galeria Municipal Paulo Vichetti\, na Praça XV de Novembro\, no Centro.\n \nA visitação da mostra ocorrerá no sábado\, 5 de setembro\, das 10h às 16h.\n \nA exposição de Wagner Wagz tem curadoria de Kamilla Nunes\, Arturo Valle Junior e Marina Tavares.\n\nFoto: Divulgação \n \n\nLARGO DA ALFÂNDEGA RECEBE ARTE E ATIVIDADES GRATUITAS\n \nO Largo da Alfândega será um dos principais pontos da programação no fim de semana de 5 e 6 de setembro. O espaço terá Mercado de Arte\, oficinas e performances de Live Paintings.\n \nO Mercado de Arte reunirá 17 artistas selecionados de diferentes regiões do Brasil\, com trabalhos voltados à produção artística contemporânea e à cultura urbana.\n \nNas oficinas\, o público poderá participar de atividades como Spray em tapume\, Ateliê da Paris do Brasil\, Lambe-Lambe\, em parceria com o Festival Lambe Floripa\, e Customização da Posca\, com espaço comandado pela artista Iannaccone.\n \nDurante o evento\, 10 artistas também participarão de intervenções de Live Painting no Mural Galeria Viva do Largo da Alfândega. A proposta permitirá acompanhar a criação das obras em tempo real.\n \n\nTOUR GUIADO MOSTRA OUTROS PONTOS DA CAPITAL\n \nO festival também terá o tradicional Tour Guiado pela região central de Florianópolis\, conduzido pelo guia manezinho Rodrigo Stupp.\n \nAs caminhadas estão previstas para sábado\, 5 de setembro\, e domingo\, 6 de setembro\, com acesso gratuito. Os horários e demais informações serão divulgados no perfil oficial do evento.\n \nA atividade amplia a relação entre o festival e o patrimônio urbano da capital\, levando o público a observar obras e intervenções espalhadas pela região central.\n \n\nSÁBADO TERÁ MC VERSA\, MAKALISTER E MELLY\n \nA programação musical começa no sábado\, 5 de setembro\, no Largo da Alfândega.\n \nMC Versa convida Green Tea para uma apresentação que combina soul\, R&B\, jazz e MPB. O show terá uma banda formada exclusivamente por mulheres e novos arranjos para o repertório autoral da artista catarinense.\n \nMC Versa surgiu na cena das batalhas de rima e acumula mais de 20 mil seguidores nas redes sociais e mais de 300 mil reproduções de suas músicas. Ela já dividiu palco com nomes como Matuê\, MC Marechal\, Black Alien e Djonga.\n \nA artista também venceu o Prêmio Profissionais da Música 2023 na categoria hip hop feminino e é CEO da Braba Music.\n \nO Green Tea é formado por quatro mulheres e apresenta repertório ligado ao soul\, R&B e jazz\, com homenagens a intérpretes e compositoras de diferentes gerações.\n \nNa sequência\, Makalister e DJ Belton convidam Alka\, Negro Rudhy e Gustavo Menor. A apresentação reúne faixas do álbum “DSQVDVQE” e músicas anteriores do rapper\, transitando por boombap\, trap experimental e UK drill.\n \nMelly também integra a programação de sábado. A cantora e compositora baiana tem trajetória marcada pela mistura de R&B e referências afro-baianas e já passou por festivais como Afropunk Bahia\, MITA e Rock The Mountain.\n \nEntre seus trabalhos estão os álbuns “Amaríssima”\, “Amaríssima V2” e “Mais Forte Que a Dúvida”\, que reúne participações de Anitta\, Léo Santana\, Luedji Luna e Liniker.\n \n\nDOMINGO REÚNE CRIOLO\, AMARO FREITAS E DINO D’SANTIAGO\n \nNo domingo\, 6 de setembro\, o palco do Street Art Tour recebe Criolo\, Amaro Freitas e Dino D’Santiago.\n \nA apresentação parte da colaboração entre os três artistas\, que se encontraram em Lisboa. O projeto resultou na música “Esperança”\, indicada ao Latin Grammy\, e posteriormente em um álbum que aproxima rap\, MPB\, jazz\, morna e funaná.\n \nCriolo\, nome artístico de Kleber Cavalcante Gomes\, ganhou projeção nacional com “Nó na Orelha”\, lançado em 2011\, e consolidou uma trajetória marcada pelo hip-hop e por letras de crítica social.\n \nDino D’Santiago\, nascido no Algarve e de ascendência cabo-verdiana\, é reconhecido pelo trabalho de aproximação entre referências como batuku e funaná e a música pop contemporânea portuguesa.\n \nO pernambucano Amaro Freitas\, por sua vez\, desenvolve uma linguagem própria no jazz a partir de ritmos como maracatu\, frevo e baião.\n \nTambém no domingo\, Stefanie apresenta seu primeiro álbum solo\, “BUNMI”\, depois de mais de duas décadas de trajetória na cultura hip-hop.\n \nO trabalho foi aprovado no edital Natura Musical e tem produção de Grou e Daniel Ganjaman. No palco\, Stefanie estará acompanhada por Ieda Hills e pelo DJ Negrito.\n \nA rapper e compositora já abriu shows de De La Soul\, Talib Kweli e Pharoahe Monch e colaborou com artistas como Emicida\, IZA\, Rashid\, Luedji Luna\, Kamau\, MV Bill\, Drik Barbosa e Tássia Reis.\n \n\nPROGRAMAÇÃO DE MURAIS SE ESPALHA POR FLORIANÓPOLIS\nFoto: Barbara Branco \n \nAlém das ações no Largo da Alfândega e das exposições\, o festival terá intervenções em diferentes regiões da capital.\n \nA lista inclui:\n \n\n\n 	Mural em homenagem ao artista Victor Meirelles;\n\n 	três murais no Centro de Florianópolis;\n\n 	dois murais na UFSC;\n\n 	mural no Córrego Grande;\n\n 	pintura coletiva “Falando de Graffiti”\, no Córrego Grande;\n\n 	pintura coletiva “Travessias”\, no Estreito;\n\n 	mural no Centro Cultural Anastácia\, no Estreito;\n\n 	Galeria Viva\, no Largo da Alfândega\, com pintura coletiva;\n\n 	Galeria de Arte da Marriquinha\, com pintura coletiva.\n\n \nA distribuição das obras amplia a presença da arte urbana para além de um único espaço e mantém a proposta do projeto de aproximar produção artística\, cotidiano e circulação pela cidade.\n\nFoto: Tunai Arozi \n \n\nPROJETO JÁ DEIXOU MURAIS EM PONTOS DA CAPITAL\n \nO Street Art Tour nasceu da parceria entre a Studio de Ideias Produtora Cultural\, dos sócios Arturo Valle Junior e Marina Tavares\, e o artista urbano Rodrigo Rizo.\n \nDesde 2018\, o projeto desenvolve intervenções em locais estratégicos de Florianópolis.\n \nEntre os trabalhos já realizados estão o mural em homenagem ao poeta Cruz e Sousa\, de Rodrigo Rizo; “Viva Cidade Viva”\, na Rua Felipe Schmidt\, assinado por Cris Pagnoncelli e Tio Trampo; “Eterna”\, do Acidum Project; e “Fritz e Rosa”\, do artista Ignore Por Favor.\n \nPara Marina Tavares\, coordenadora do Street Art Tour\, a terceira edição mantém a proposta de relacionar arte urbana e espaço público.\n \n“Ao ocupar o espaço urbano\, o festival em seu terceiro ano celebra a pluralidade da Lusofonia — nossa língua portuguesa como identidade e transformação. Reafirma a potência da arte urbana em Florianópolis\, valorizando a cidade e unindo pessoas por meio de uma conexão transformadora entre arte\, artistas e o espaço público. Mais do que um festival\, este é o propósito que construímos para Florianópolis: ao abrir espaços para a arte\, fortalecemos o pertencimento das pessoas com o espaço urbano e transformamos nossas áreas públicas em lugares vivos de encontro\, cultura e conhecimento”.\n \nArturo Valle Junior\, coordenador do Street Art Tour\, também destaca a proposta de aproximar as intervenções do cotidiano dos moradores.\n \n“A ideia do Street Art Tour sempre foi muito clara: fazer a arte conversar de verdade com quem vive a cidade no dia a dia\, transformando nossos caminhos em uma grande galeria aberta para todo mundo. Nesta edição\, com o tema Conexões Lusófonas*\, a gente quis dar um passo a mais e transformar Floripa em um grande ponto de encontro entre sotaques\, visões e histórias de diferentes países que compartilham a nossa língua.*\n \nO festival não é só sobre pintar murais gigantes e mudar o visual das ruas — embora isso já transforme totalmente a energia da cidade. O projeto ganha vida de verdade quando a gente conecta todas as pontas: as pinturas acontecendo ao vivo\, as oficinas de experimentações com a comunidade e a galera jovem\, as discussões e conversas sobre o papel da arte urbana e os passeios guiados que convidam as pessoas a caminhar e redescobrir a própria cidade. Queremos que quem passe pela rua sinta que aquele espaço também é seu\, criando memórias visuais e conexões humanas que continuem vivas por muito tempo.”\n \n\nFESTIVAL TERÁ PARTICIPAÇÃO DE ARTISTAS BRASILEIROS E INTERNACIONAIS\n \nA terceira edição amplia a dimensão do evento ao reunir mais de 100 artistas e levar a temática da lusofonia para diferentes linguagens.\n \nAlém dos murais\, o público poderá acompanhar exposições\, música\, oficinas\, performances\, atividades educativas\, mercado de arte e caminhadas pelo Centro.\n \nA programação também cria uma conexão entre Florianópolis e Blumenau por meio da expansão das intervenções urbanas\, mantendo a arte pública como eixo central do projeto.\n \nO Festival Street Art Tour é viabilizado parcialmente pelo Ministério da Cultura\, por meio da Lei Rouanet (Lei nº 8.313/91)\, e pela Lei nº 17.942\, de 12 de maio de 2020. O projeto conta com patrocínio de Armacell e Hennings\, incentivo de Bistek Supermercados\, Condor S/A e C.Pack\, além do apoio de Tintas Coral\, MTN\, Fundação Cultural de Florianópolis Franklin Cascaes e Prefeitura Municipal de Florianópolis.\n \nCom as pinturas previstas para diferentes regiões\, exposições a partir de setembro e dois dias de shows no Largo da Alfândega\, a terceira edição deverá deixar novas intervenções permanentes na paisagem de Florianópolis e ampliar o circuito de arte urbana para além da capital catarinense.\nSERVIÇO\nO quê: Festival Street Art Tour 2026.Quando: 5 e 6 de setembro de 2026.Onde: Largo da Alfândega\, Centro de Florianópolis (SC).Confira a programação em:  @streetarttourfloripa no Instagram \n\n\n\n\n\n\n\n 
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