BEGIN:VCALENDAR VERSION:2.0 PRODID:-//Conecta SC - ECPv6.17.0//NONSGML v1.0//EN CALSCALE:GREGORIAN METHOD:PUBLISH X-WR-CALNAME:Conecta SC X-ORIGINAL-URL:https://conectasc.com.br X-WR-CALDESC:Eventos para Conecta SC REFRESH-INTERVAL;VALUE=DURATION:PT1H X-Robots-Tag:noindex X-PUBLISHED-TTL:PT1H BEGIN:VTIMEZONE TZID:America/Sao_Paulo BEGIN:STANDARD TZOFFSETFROM:-0300 TZOFFSETTO:-0300 TZNAME:-03 DTSTART:20230101T000000 END:STANDARD END:VTIMEZONE BEGIN:VEVENT DTSTART;VALUE=DATE:20241105 DTEND;VALUE=DATE:20241108 DTSTAMP:20241028T165542Z CREATED:20241028T165542Z LAST-MODIFIED:20241028T165542Z UID:20323-1730764800-1731023999@conectasc.com.br SUMMARY:“A mulher do general e a outra”\, do grupo O Dromedário Loquaz\, volta ao palco trazendo temas necessários DESCRIPTION:Um espetáculo primoroso\, que de forma crítica e artística aborda a violência contra a mulher diante de uma sociedade patriarcal\, será apresentado em novembro no Teatro da Ubro \nDramaturgia\, música\, dança e interpretação em um completo trabalho cênico que mostra o diferencial do grupo de teatro O Dromedário Loquaz\, que completou 43 anos de trajetória. O espetáculo “A mulher do general e a outra” está de volta ao palco em uma nova temporada nos dias 5\, 6 e 7 de novembro\, às 20h\, no Teatro da Ubro\, no Centro de Florianópolis. Os ingressos estão disponíveis na plataforma Sympla (link direto na bio do Instagram @dromedarioloquaz). \nTexto forte e personagens marcantes constroem o cenário para discutir sobre violência\, patriarcado e submissão feminina. Apesar de ambientada no início do século XX numa cidade interiorana do Brasil\, a história poderia ser em qualquer outro lugar do contemporâneo\, ao trazer reflexões profundas e referências atuais\, levando o público a uma catarse de suas próprias vidas. \nA narrativa conta a história da viúva Dalva\, interpretada por Déa Busato\, que procura a prostituta Jussara\, vivida pela atriz Diana Adada Padilha\, para avisar da morte do General\, interpretado pelo ator Cezar Pizetta. O encontro das duas mulheres que acreditam pertencer a mundos distintos revelará que dividem semelhante subordinação de suas vidas às decisões masculinas e\, embora não tenham sido protagonistas de suas escolhas no passado\, passam a vislumbrar novas possibilidades no tempo presente. \nDestaque para a direção musical de Eugênio Menegaz\, que permanece em cena ao piano executando a trilha sonora ao vivo\, com canções interpretadas pelas atrizes Julia Bavaresco\, Giwa Coppola e Diana Padilha sob a preparação vocal de Luiza Faé Mantovani\, que também atua. Belíssimo trabalho corporal e coreográfico criado pela bailarina Geovana de Oliveira. Ainda no elenco estão Rafael Reüs\, Sandro Maquel\, Nenê Borges\, Vinicius Pasinato Damian e Welington Hors. \nSob direção e dramaturgia de Sulanger Bavaresco\, a partir da obra homônima de Iur Gomez\, a peça destaca a força da mulher mesmo diante da vulnerabilidade. Para Sulanger\, o tema da mulher é sempre pertinente e necessário\, na arte e na vida. “A violência de diferentes formas contra as mulheres persiste em nossa sociedade\, e\, se o espetáculo teatral consegue destacar o assunto de maneira crítica e artística\, celebramos a possibilidade de contribuir para a tomada de nova consciência de homens e mulheres sobre o tema.”\, comenta Sulanger. \nA peça oferece ao público a oportunidade de entrar em contato com temas latentes de forma sensível através de um trabalho primoroso\, que revela o estudo e dedicação do grupo em fazer teatro de repertório. \nSobre o espetáculo “A mulher do general e a outra”\n“A mulher do general e a outra” apresenta uma dramaturgia original adaptada a partir da obra homônima de Iur Gomez. O espetáculo foi concebido durante a pandemia\, com estudo do texto\, criação dos personagens e ensaios on-line. A estreia em 2022 alcançou sucesso de público com casa cheia em todas as apresentações. Em 2023\, o grupo foi contemplado através do Programa de Incentivo à Cultura (PIC)\, da Fundação Catarinense de Cultura\, Governo de Santa Catarina\, levando o espetáculo para uma temporada de circulação pelo estado catarinense. \nSobre o Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz\nO Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz\, com sede em Florianópolis/SC\, completou 43 anos em 2024 e entre seus fundadores estão o ator Ademir Rosa (1948-1997) e o diretor Isnard Mello de Azevedo (1950-1991). Atualmente\, o grupo é formado por 20 integrantes entre técnicos\, atores\, músicos e cantores. Com mais de 40 espetáculos e ações cênicas em sua trajetória\, o grupo reverencia seu passado e aposta no futuro\, reinventando-se com a participação de novos integrantes e parceiros artísticos\, o que revela fôlego para continuar a existir e resistir ao acreditar em um mundo melhor através da experiência e vivência artística. \nA MULHER DO GENERAL E A OUTRA\nFicha técnica: \nDramaturgia: Sulanger Bavaresco a partir da obra homônima de Iur Gomez \nDireção Cênica: Sulanger Bavaresco \nDireção Musical: Eugênio Menegaz \nElenco: \nDéa Busato \nDiana Adada Padilha \nCezar Pizetta \nGiwa Coppola \nRafael Reüs \nSandro Maquel \nNenê Borges \nJulia Bavaresco \nLuiza Faé Mantovani \nVinicius Pasinato Damian \nWelington Hors \nEugênio Menegaz (Pianista) \n\nAssistente de Direção: Diana Adada Padilha \nIluminação: Marco Ribeiro \nCoreógrafa: Geovana de Oliveira \nPreparação Vocal: Luiza Faé Mantovani \nCenografia\, Figurinos e Adereços: Sulanger Bavaresco e Grupo \nArte painel cenográfico: Rafael Reüs e Giwa Coppola \nFotografia: Maurício Garcias \nArte Design: Mariana Barardi \nAssessoria de Imprensa: Gisele Bochi Palma \nAssessoria redes sociais: Welington Hors \nProdução Técnica: Magda Scors Campos \nRealização: Grupo de Teatro O Dromedário Loquaz \nSERVIÇO:\n“A mulher do general e a outra” \nGrupo de Teatro O Dromedário Loquaz \n5\, 6 e 7 de novembro\, 20h \nTeatro da Ubro \nRua Pedro Soares\, 15\, Centro\, Florianópolis – SC \nClassificação: 14 anos \nIngressos: R$ 50\,00 (inteira) e R$ 25\,00 (meia)\, via plataforma Sympla \nLink ingressos dia 5/11: www.sympla.com.br/evento/a-mulher-do-general-e-a-outra/2684216 \nLink ingressos dia 6/11: www.sympla.com.br/evento/a-mulher-do-general-e-a-outra/2684221 \nLink ingressos dia 7/11: www.sympla.com.br/evento/a-mulher-do-general-e-a-outra/2684222 URL:https://conectasc.com.br/eventos-santa-catarina/a-mulher-do-general-e-a-outra-do-grupo-o-dromedario-loquaz/ LOCATION:Santa Catarina CATEGORIES:Florianópolis,Grande Florianópolis,Teatro ATTACH;FMTTYPE=image/webp:https://conectasc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/A-Mulher-do-General-e-a-Outra-foto-Mauricio-Garcias-150.webp END:VEVENT BEGIN:VEVENT DTSTART;VALUE=DATE:20241106 DTEND;VALUE=DATE:20241107 DTSTAMP:20241029T151351Z CREATED:20241029T151351Z LAST-MODIFIED:20241029T151351Z UID:20538-1730851200-1730937599@conectasc.com.br SUMMARY:Peça teatral “A Força da Água” chega a Florianópolis com apresentação gratuita DESCRIPTION:A força e o poder simbólico da água\, tão essenciais à vida humana\, se transformam em narrativa potente no espetáculo A Força da Água\, produzido pelo grupo cearense Pavilhão da Magnólia. Em turnê pelo Sul e Sudeste do país\, essa peça de teatro documental chega a Florianópolis com uma apresentação especial e gratuita no Teatro Carmen Fossari\, marcada para o dia 6 de novembro\, às 20h. Os ingressos serão distribuídos na bilheteria do teatro\, a partir das 19h\, respeitando a ordem de chegada do público. \nSob direção e dramaturgia de Henrique Fontes\, o espetáculo explora a história da seca e o impacto da escassez de água na vida dos sertanejos nordestinos\, refletindo sobre o direito à água enquanto necessidade e luta. A história propõe um olhar profundo sobre o sofrimento e a resistência das populações afetadas pela seca no Ceará\, confrontando o público com perguntas inquietantes: Até quando o discurso da seca será tratado como uma mera fatalidade? Como romperemos com as cercas da indiferença e da falta de acesso à água potável? \nUMA HISTÓRIA DE LUTA E RESISTÊNCIA\nO enredo de A Força da Água percorre um século de histórias\, revelando como o direito à água\, tão fundamental\, ainda não é garantido pela Constituição brasileira. As cenas retratam um histórico de promessas não cumpridas\, partindo de Dom Pedro e atravessando períodos de genocídio em campos de concentração e o emblemático Caldeirão\, chegando até os dias atuais. As cenas\, embaladas por um toque de humor crítico\, trazem ao palco documentos e relatos que retratam os obstáculos que ainda se impõem ao acesso à água potável. \nEssa proposta audaciosa de teatro documental é uma marca dos trabalhos do diretor Henrique Fontes\, que vem explorando essa linguagem em produções anteriores com o Grupo Carmin e outros coletivos teatrais pelo Brasil. O uso de documentos históricos\, narrativas pessoais e materiais de arquivo cria uma experiência teatral única\, entrelaçando informações e emoções para provocar uma reflexão intensa. “Descobrimos que a água não é um direito constitucional. Como algo tão vital não está presente entre nossos direitos fundamentais?” questiona Fontes\, reforçando a urgência da discussão que a peça propõe. \nINSPIRAÇÃO E CONSTRUÇÃO DA OBRA\nA pesquisa que deu origem a A Força da Água teve início em 2018\, com o projeto “Dramaturgias da Água e da Seca”\, desenvolvido na Escola Porto Iracema das Artes\, no Ceará. A partir de uma abordagem inicial inspirada na obra O Quinze\, de Rachel de Queiroz\, a pesquisa foi ampliada\, passando por fatos históricos e políticas públicas em torno da chamada “indústria da seca”. A equipe realizou visitas a locais historicamente marcados pela seca\, como as ruínas da barragem no sítio histórico de Patu\, em Senador Pompeu. Foi lá que o grupo mergulhou nas memórias dos campos de concentração que ali existiram\, o que ampliou o escopo da obra e consolidou a opção pelo teatro documental. \nDurante o processo\, Henrique Fontes encontrou uma metáfora poderosa para representar a resistência dos sertanejos. “O corpo humano é composto por 60% de água. Quando uma pessoa resiste\, é como se a água dentro dela tentasse romper aquilo que a aprisiona”\, afirma Fontes. A ideia de que a água representa a luta e a resistência transforma o espetáculo em uma jornada de resiliência\, um convite ao público para refletir e se posicionar diante da realidade vivida pelo povo nordestino. \nDESMONTANDO A “INDÚSTRIA DA SECA”\nEm um país onde a seca é um problema cíclico\, muitas vezes enfrentado com medidas paliativas\, a peça questiona o tratamento histórico e político do tema. Ao longo dos anos\, a seca tem sido abordada como um problema natural e inevitável\, mas A Força da Água desafia essa visão\, expondo as políticas e estruturas de poder que perpetuam a falta de acesso à água no sertão. O espetáculo confronta o público com a “indústria da seca”\, um termo usado para descrever o uso político do fenômeno para ganhos financeiros e controle social. \nAlém do questionamento\, o espetáculo também é um tributo àqueles que resistem. Desde as promessas de Dom Pedro até os recentes esforços comunitários\, a peça convida os espectadores a reconsiderar as narrativas dominantes e se juntar à luta por um direito que deveria ser inalienável. \nSINOPSE\nAté quando aceitaremos o discurso da seca como fatalidade? O que nos impede de romper\na cerca que nos controla? A Força da Água\, nova peça do Pavilhão da Magnólia\, com\ndramaturgia e direção de Henrique Fontes\, traça o caminho historiográfico da seca no\nCeará. Desde as promessas feitas por Dom Pedro\, passando pelo genocídio nos campos\nde concentração e no Caldeirão até o tempo presente quando\, descobrimos que a água não\né um direito constitucional. A peça de Teatro Documental\, de forma bem-humorada\, trata de\nfatos apagados da História do Brasil em torno da indústria da seca. Os relatos e\ndocumentos denunciam aquilo que nos impede de ter acesso à água potável e de\nqualidade. Até quando aceitaremos? Quando deixaremos nossas águas transbordarem? \nFicha Técnica:\nElenco: Denise Costa\, Eliel Carvalho\, Jota Junior Santos\,Nelson Albuquerque e Silvianne\nLima / Dramaturgia e Direção: Henrique Fontes / Direção de Movimento: Ana Claudia Viana\n/ Pesquisadora-colaboradora: Cydney Seigerman / Oficina Rasaboxes: Julia Sarmento/\nDesenho de luz: Wallace Rios/ Operação de luz: Jão Rios / Cenografia: Rodrigo Frota/\nAdereços: Beeethoven Cavalcante / Figurino: Ruth Aragão / Assistência de Figurino: Wendy\nMesquita/ Sonoplastia: Ayrton Pessoa Bob e Eliel Carvalho / Preparação Vocal: Thiago\nNunes / Ilustrações: Raisa Christina / Designer Gráfico: Carol Veras / Fotos: Arthur Bluz /\nFotos projetadas e Edição de vídeo (DeepFake): Allan Diniz / Produção Executiva: Som e\nFúria Produções / Coordenação de Produção: Jota Jr. Santos e Silvianne Lima / \nAcessibilidade em Libras: IncluAção / Agradecimentos: Alenio Alencar\, Alexandre Costa\,\nBelchior Torres\, Bruno Souza dos Santos\, Daniel Torres\, Fabio Matias – Nego\, Francis\nWilker\, Gabriel Dantas\, Glairton de Paula\, Glauber Matos\, Kênia Rios\, Kleber Pinheiro\,\nLevi Mota\, Marcelina\, Marcio Abreu\, Martinha\, Miguel Vellinho\, Renato de Humaitá\,\nRicardo Bruno\, Rosa Primo\, Ruth Martins\, Thereza Rocha\, Viviane Lima\, Cia Prisma\,\nColetivo Patu\, Escola Porto Iracema das Artes\, Fundação Santa Terezinha\, Pequeña Cia de\nTeatro\, Xama Teatro\, Secretaria de Educação e Cultura de Senador Pompeu e Secretaria\nda Cultura do Estado do Ceará. \nSobre o Pavilhão:\nNos seus 19 anos de trajetória\, o Grupo Pavilhão da Magnólia se consolida como um dos\ngrupos expoentes do teatro brasileiro contemporâneo e investe em diversificados caminhos\nde criação em diálogo com outros criadores da cena\, com uma atenção a experimentações\nde linguagens que ampliem os limites do que compreendemos por teatro para adultos e\npara as infâncias. Assim\, surge um potente repertório que passeia por experiências para as\ninfâncias e para o público adulto. São mais de 1200 apresentações (18 espetáculos\nmontados) em mais de 80 cidades e participando de importantes Festivais e Mostras de\nteatro e arte do país. Nosso repertório é composto hoje por: Há uma fsta sem começo que\nnão termina com o fim – 2021; direção: Francis Wilker (DF/CE); Napoleão – 2019; direção:\nMarcelo Romagnoli (SP); Maquinista – 2018; direção:Here Aquino (CE); Ogroleto (2015) ;\ndireção: Miguel Vellinho(RJ). Desde 2018\, tem como sede\, a Casa Absurda\, espaço de\ncultura independente da cidade de Fortaleza. \n\nSobre Henrique Fontes:\nDramaturgo\, ator\, diretor teatral e gestor cultural com 35 anos de experiência. Como diretor\ntem 19 peças montadas e como dramaturgo 29 textos escritos. Henrique Fontes também é\nfundador do Espaço Cultural Casa da Ribeira em Natal e atual diretor artístico. Tem\ntrabalhado com o Grupo Carmin desde sua origem em 2007 e ajudou também a fundar os\nGrupos Beira\, Atores à Deriva e Grupo Casa da Ribeira. Integrou o Grupo Clowns de\nShakespeare entre 1996 e 2004. Indicado aos prêmios Shell e APTR 2023 na categoria\nDramaturgia pelo espetáculo: “Peça de Amar”; Vencedor do Prêmio Shell 2019 na categoria\nDramaturgia pelo espetáculo “A Invenção do Nordeste”. Vencedor do Prêmio do Humor\n2019 de melhor dramaturgia e também o Prêmio Botequim Cultural 2019 como melhor autor\ne Prêmio APTR de melhor dramaturgia. Todos pela peça A Invenção do Nordeste. \nSERVIÇO\nEspetáculo: A Força da Água\nData: 6 de novembro\, quarta-feira\nHorário: 20h\nLocal: Teatro Carmen Fossari – Praça Santos Dumont\, Rua Desembargador Vitor Lima\, 117 – Trindade\, Florianópolis\nClassificação: 14 anos\nEntrada: Gratuita (Ingressos distribuídos a partir das 19h)\nInformações: (85) 98890-6539 | Instagram: @paviilhaodamagnolia URL:https://conectasc.com.br/eventos-santa-catarina/peca-teatral-a-forca-da-agua-chega-a-florianopolis-com-apresentacao-gratuita/ LOCATION:Santa Catarina CATEGORIES:Espetáculos,Florianópolis,Grande Florianópolis,Teatro ATTACH;FMTTYPE=image/webp:https://conectasc.com.br/wp-content/uploads/2024/10/a-forca-da-agua.webp END:VEVENT END:VCALENDAR