Santa Catarina voltou a registrar o menor percentual de famílias atendidas pelo Bolsa Família no Brasil, segundo dados divulgados pelo IBGE nesta sexta-feira (8). Em 2025, 3,9% dos domicílios catarinenses receberam o benefício federal, abaixo dos 4,3% registrados no ano anterior.
O resultado acompanha o avanço do mercado de trabalho no estado, que fechou 2025 com a menor taxa de desocupação do país, de 2,2%, além da criação de 58,8 mil vagas formais. O cenário reforça a diferença entre Santa Catarina e a média nacional, que chegou a 17,2% de domicílios atendidos pelo programa social.
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BOLSA FAMÍLIA EM SANTA CATARINA SEGUE ABAIXO DA MÉDIA NACIONAL
Os dados do IBGE colocam Santa Catarina na primeira posição entre os estados com menor participação no Bolsa Família. O segundo menor índice é de São Paulo, com 7,6%, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 7,7%.
Na sequência aparecem Paraná (8%), Mato Grosso do Sul (9,5%) e Distrito Federal (10,5%). A diferença em relação à média brasileira permanece ampla.
Além do Bolsa Família, Santa Catarina também lidera o ranking nacional de menor dependência de programas sociais em geral. Conforme o levantamento, 6,9% dos domicílios receberam algum tipo de benefício social em 2025, incluindo Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC).
No cenário nacional, a média foi de 22,7%.
MERCADO DE TRABALHO É APONTADO COMO FATOR PARA REDUÇÃO
O desempenho econômico e a geração de empregos aparecem entre os fatores associados à redução do número de famílias atendidas pelo programa no estado.
Segundo dados citados pelo governo estadual, Santa Catarina abriu 58,8 mil vagas com carteira assinada ao longo de 2025, mantendo indicadores de emprego acima da média brasileira.
Os dados do IBGE devem continuar sendo acompanhados nos próximos levantamentos, especialmente diante da manutenção do crescimento econômico e da demanda por mão de obra em diferentes setores catarinenses.
Como informação de Agência SECOM SC
