Santa Catarina manteve o ritmo de crescimento e consolidou resultados expressivos na geração de postos formais de trabalho em Santa Catarina, com a abertura de 11.366 vagas com carteira assinada no mês de setembro. O desempenho contribuiu para que o estado alcançasse saldo acumulado de 95.054 novos vínculos empregatícios nos nove primeiros meses de 2025, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Conteúdos
- SETOR DE SERVIÇOS LIDERA A GERAÇÃO DE EMPREGOS
- FLORIANÓPOLIS E ITAJAÍ SE DESTACAM ENTRE OS MUNICÍPIOS
- CENÁRIO NACIONAL TAMBÉM REGISTRA CRESCIMENTO
- SERVIÇOS CONTINUAM IMPULSIONANDO O MERCADO DE TRABALHO
- JOVENS E PESSOAS COM ENSINO MÉDIO SÃO OS PRINCIPAIS BENEFICIADOS
- REGIÕES DO PAÍS APRESENTAM SALDOS POSITIVOS
SETOR DE SERVIÇOS LIDERA A GERAÇÃO DE EMPREGOS
O levantamento aponta que Santa Catarina apresentou resultados positivos nos cinco principais setores econômicos. O destaque ficou com o setor de Serviços, responsável pela criação de 7.576 vagas. Na sequência aparecem Comércio, com 2.343 novos vínculos, Agropecuária (639), Construção (449) e Indústria (360).
A análise do perfil dos trabalhadores contratados indica predominância do público feminino, que respondeu por 5.805 dos novos empregos, enquanto os homens ocuparam 5.561 vagas. A maioria dos postos foi preenchida por pessoas com ensino médio completo (7.010), e os jovens de 18 a 24 anos foram o grupo com maior participação, totalizando 5.315 admissões no mês.
FLORIANÓPOLIS E ITAJAÍ SE DESTACAM ENTRE OS MUNICÍPIOS
Entre os municípios catarinenses, Florianópolis apresentou o melhor saldo em setembro, com 1.635 novos postos de trabalho, elevando o estoque total da capital para 230,2 mil empregos formais. Também tiveram bom desempenho Itajaí, com 1.293 vagas abertas, Joinville, com 1.142, e Palhoça, com 517 novas contratações.
CENÁRIO NACIONAL TAMBÉM REGISTRA CRESCIMENTO
Em nível nacional, o Brasil registrou saldo positivo de 213.002 postos formais de trabalho em setembro, resultado de 2.292.492 admissões e 2.079.490 desligamentos. No acumulado entre janeiro e setembro de 2025, o país somou 1,7 milhão de novas vagas com carteira assinada, elevando o total de vínculos ativos a 48,9 milhões — o maior patamar da série histórica iniciada em 2020. Desde janeiro de 2023, o saldo acumulado é de 4,8 milhões de novos empregos.
Todas as 27 unidades da Federação apresentaram crescimento no mês, com destaque para São Paulo, Rio de Janeiro e Pernambuco em números absolutos. Em termos proporcionais, as maiores variações foram observadas em Alagoas (+3%), Sergipe (+1,7%) e Paraíba (+1,1%).
SERVIÇOS CONTINUAM IMPULSIONANDO O MERCADO DE TRABALHO
Assim como em Santa Catarina, o setor de Serviços liderou a geração de empregos em todo o país, com saldo de 106.606 novos vínculos formais em setembro. A Indústria vem em seguida, com 43.095 vagas, acompanhada pelo Comércio (36.280), Construção (23.855) e Agropecuária (3.167).
O salário médio de admissão no período foi de R$ 2.286,34, refletindo estabilidade na remuneração média nacional.
JOVENS E PESSOAS COM ENSINO MÉDIO SÃO OS PRINCIPAIS BENEFICIADOS
O recorte populacional nacional indica que os jovens de 18 a 24 anos representaram a maior parcela dos admitidos, com 110.953 vagas. Em seguida, aparecem os adolescentes de até 17 anos, com 31.105 postos, o que demonstra a relevância do primeiro emprego na dinâmica do mercado formal.
No quesito escolaridade, as pessoas com ensino médio completo responderam pela maior parte das contratações (142.789 vagas). Em termos raciais, pardos e brancos representaram, juntos, a maioria dos vínculos. O saldo de pessoas com deficiência também foi positivo, com 662 novos empregos formais.
REGIÕES DO PAÍS APRESENTAM SALDOS POSITIVOS
A Região Sudeste foi a que mais contribuiu para o saldo nacional, com 80.639 novas vagas em setembro, seguida pelo Nordeste (72.347), Sul (27.302), Norte (18.151) e Centro-Oeste (14.569).
No acumulado do ano, São Paulo mantém a liderança na criação de empregos, com 485.726 novas vagas, seguido por Minas Gerais (164.634) e Paraná (121.291).
Com informações da Secretaria de Comunicação Social

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