Minha Casa, Minha Vida já entregou 59 mil moradias em Santa Catarina desde 2023

O programa Minha Casa, Minha Vida concluiu 59 mil residências em Santa Catarina entre 2023 e o início de 2026, segundo dados do Ministério das Cidades. O volume coloca o estado com média superior a 19 mil entregas anuais desde a retomada da política habitacional pelo governo federal.

O avanço ocorre em um momento de pressão por moradia e aumento dos custos imobiliários. A ampliação da oferta de casas e apartamentos populares também movimenta o setor da construção civil, gera empregos e amplia o acesso à casa própria em diferentes regiões catarinenses.

MINHA CASA, MINHA VIDA MANTÉM RITMO DE ENTREGAS EM SC

No recorte anual, Santa Catarina registrou 18 mil unidades concluídas em 2023, 20,9 mil em 2024 e mais 18 mil em 2025. Em 2026, outras 1,8 mil moradias já haviam sido finalizadas e entregues até o início do ano.

Em todo o país, o programa somou 1,4 milhão de unidades entregues desde 2023, consolidando a retomada da política habitacional em escala nacional.

CONTRATAÇÕES SUPERAM META E AMPLIAM INVESTIMENTOS

Além das entregas, o programa também acelerou a contratação de novos empreendimentos. A meta inicial de duas milhões de unidades contratadas durante a atual gestão federal foi atingida ainda em 2025, um ano antes do previsto.

Com isso, o novo objetivo passou a ser alcançar três milhões de contratações até o fim de 2026.

Em Santa Catarina, foram contratadas 60,7 mil unidades habitacionais entre 2023 e o começo de 2026, com investimento total de R$ 11,2 bilhões.

HABITAÇÃO TAMBÉM IMPULSIONA EMPREGOS

Segundo o ministro das Cidades, Jader Filho, o programa teve papel relevante no desempenho do setor imobiliário e da construção civil no último ano.

“O Minha Casa, Minha Vida foi o grande motor do setor da construção civil em 2025. Esses números são importantes e devem ser ressaltados a cada dia porque o programa, além de levar moradia digna a quem mais precisa, também é responsável pela geração de emprego no país”.

Dados da ABRAINC-FIPE apontam que 85% de todos os lançamentos construídos no Brasil estão ligados ao programa habitacional.

FAIXAS DE RENDA AMPLIAM ACESSO À MORADIA

O modelo atual prioriza famílias de menor renda. Na Faixa 1, destinada a quem recebe até R$ 2.850 por mês, o subsídio pode chegar a 95% do valor do imóvel.

A Faixa 2 atende rendas entre R$ 2.850,01 e R$ 4.700. Já a Faixa 3 contempla famílias com renda de R$ 4.700,01 até R$ 8.600.

Em 2025, foi criada ainda a Faixa Classe Média, voltada para rendas entre R$ 8.600,01 e R$ 12 mil, ampliando o público atendido pelo programa.

RETOMADA GANHA NOVA ETAPA EM 2026

Reinstituído em 2023, o Minha Casa, Minha Vida passou por mudanças legais e operacionais, com novas regras previstas na Lei nº 14.620.

Com novas contratações em andamento e obras distribuídas pelo país, a expectativa para 2026 é de expansão no número de unidades entregues e maior presença do programa nos municípios catarinenses.

Fonte: Gov.br

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