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Aliado de Lula, Décio Lima quer ser senador de SC para ampliar o diálogo do Estado com o governo federal

Candidato do PT defende maior articulação de Santa Catarina com o governo federal e coloca infraestrutura, saúde, educação e empregos entre as prioridades de uma eventual atuação no Senado

Décio Lima iniciou oficialmente neste domingo (16) sua campanha ao Senado por Santa Catarina com uma estratégia centrada na proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na defesa de uma maior articulação entre o Estado e o governo federal.

Candidato pelo PT, Décio sustenta que uma representação catarinense com canais de diálogo em Brasília pode contribuir para ampliar a chegada de investimentos, obras e políticas públicas a Santa Catarina.

DÉCIO LIMA DEFENDE DIÁLOGO DE SANTA CATARINA COM BRASÍLIA

A relação política com Lula aparece como um dos principais elementos da campanha. Décio argumenta que senadores precisam atuar como interlocutores do Estado junto ao governo federal, independentemente das disputas políticas locais.

“Santa Catarina precisa de representantes que tenham capacidade de dialogar, construir e buscar resultados. Não basta lacrar nas redes sociais. É preciso estar em Brasília, abrir portas e trabalhar para que os investimentos cheguem ao nosso Estado”, afirma Décio.

Na campanha, o petista utiliza o número 133 e apresenta como prioridades para uma eventual atuação no Senado a busca por recursos destinados à infraestrutura, saúde, educação, geração de empregos e desenvolvimento econômico.

PROXIMIDADE COM LULA É UMA DAS APOSTAS DA CAMPANHA

Décio também apresenta a proximidade com o presidente como um caminho para aumentar a participação de Santa Catarina nas políticas e investimentos realizados pela União.

“Quero ser o senador de Santa Catarina e também o senador do Lula. Quero ajudar o presidente a seguir transformando o Brasil e, ao mesmo tempo, trabalhar para que essas transformações cheguem cada vez mais ao nosso Estado”, afirma.

O candidato contrapõe essa proposta à atuação de representantes que mantêm uma relação predominantemente de confronto com o Palácio do Planalto.

Na avaliação de Décio, divergências políticas não deveriam impedir a articulação institucional em torno de recursos e projetos de interesse dos catarinenses.

CANDIDATO CRITICA POLÍTICA CENTRADA NO CONFRONTO

Durante o início da campanha, Décio também criticou o que considera uma atuação política excessivamente concentrada nas disputas travadas nas redes sociais.

“Nosso Estado não suporta mais representantes que viram as costas para o governo federal e se preocupam mais em lacrar nas redes sociais do que melhorar a vida do nosso povo. O catarinense quer resultado, quer obra, quer emprego, quer oportunidade. E é para isso que um senador deve trabalhar”, afirma.

A argumentação deve ocupar espaço na campanha ao Senado, especialmente no debate sobre a relação entre Santa Catarina e o governo Lula.

CAMPO DEMOCRÁTICO DISPUTA GOVERNO E AS DUAS VAGAS AO SENADO

A candidatura de Décio Lima integra o Campo Democrático, frente formada por diferentes partidos para a disputa eleitoral em Santa Catarina.

A chapa tem Gelson Merísio (PSB) como candidato ao governo estadual e Angela Albino (PDT) como candidata a vice-governadora.

Na disputa pelas duas vagas catarinenses no Senado, a frente apresenta Décio Lima e Afrânio Boppré (PSOL). O grupo busca se posicionar como uma alternativa estadual alinhada ao projeto político nacional liderado por Lula.

CAMPANHA PREVÊ AGENDA EM DIFERENTES REGIÕES DE SANTA CATARINA

Com a campanha oficialmente nas ruas, Décio pretende percorrer diferentes regiões catarinenses para apresentar suas propostas e defender uma atuação parlamentar baseada na interlocução política com Brasília.

A estratégia busca associar a candidatura à possibilidade de ampliar a presença de Santa Catarina nas decisões e investimentos do governo federal.

“Santa Catarina pode ter muito mais quando trabalha em parceria com o Brasil. É esse o desafio que aceitei: ajudar Lula a seguir transformando o país e trazer mais resultados para Santa Catarina”, conclui.