sexta-feira, 25 setembro , 2026

Quem são os candidatos a senador em Santa Catarina?

por Adriana Dias
A+A-
Reset

Treze candidatos disputam duas vagas de Santa Catarina no Senado nas eleições de 2026; lista reúne parlamentares, ex-prefeitos, empresários, professores e nomes que participam pela primeira vez de uma eleição

Os candidatos a senador em Santa Catarina nas eleições de 2026 formam uma lista de 13 concorrentes. Diferentemente de 2022, quando apenas uma cadeira estava em disputa, neste ano o eleitor catarinense poderá escolher dois nomes para representar o Estado no Senado Federal.

Estão na disputa Afrânio Boppré (PSOL), Ana Lucia da Silveira Machado (UP), Carlos Bolsonaro (PL), Carol (PCO), Carol de Toni (PL), Décio Lima (PT), Esperidião Amin (PP), Jeferson Rocha (PRD), Joaninha de Oliveira (PSTU), Lunelli (MDB), Marcos Dorval (PSTU), Marlene Soccas (UP) e Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão).

A lista reúne personagens conhecidos da política catarinense, incluindo atuais parlamentares e ex-prefeitos, e candidatos com menor experiência em cargos eletivos. A composição da disputa também reflete as alianças construídas pelos partidos políticos para as eleições 2026.

Há uma particularidade importante na votação deste ano: cada eleitor poderá votar em dois candidatos diferentes ao Senado. Os dois mais votados em Santa Catarina serão eleitos para mandatos de oito anos.

QUEM SÃO OS CANDIDATOS A SENADOR EM SANTA CATARINA

A seguir, o Conecta SC apresenta os 13 candidatos em ordem alfabética pelo nome eleitoral, com informações sobre trajetória profissional e política, partido e participação em eleições anteriores.

AFRÂNIO BOPPRÉ (PSOL) — NÚMERO 500

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador afranio bopre

Afrânio Boppré (PSOL) integra a coligação Coragem para Mudar, que apresenta Gelson Merísio (PSB) como candidato ao Governo de Santa Catarina.

Nascido em Florianópolis em 1960, Afrânio é economista e professor e acumula uma trajetória política ligada principalmente à Capital.

Foi vice-prefeito de Florianópolis entre 1993 e 1996 e também exerceu o cargo de secretário municipal de Finanças.

Posteriormente, chegou à Assembleia Legislativa de Santa Catarina, onde exerceu mandato de deputado estadual entre 2003 e 2007.

Desde 2013, ocupa uma cadeira na Câmara Municipal de Florianópolis, onde acumulou sucessivos mandatos.

Em 2026, Afrânio disputa uma das duas vagas catarinenses no Senado pela chapa que reúne PSOL, Rede, PT, PCdoB, PV, PSB e PDT.

Sua primeira suplente é a ex-deputada federal Luci Choinacki (PT), enquanto Cida da Silva (PT) ocupa a segunda suplência.

Afrânio concorre com o número 500.

ANA LUCIA DA SILVEIRA MACHADO (UP) — NÚMERO 800

eleicoes 2026 foto urna candidata a senadora Ana Lucia da Silveira Machado

Professora aposentada e ex-servidora do Instituto Federal de Santa Catarina, Ana Lucia da Silveira Machado (UP) tem 71 anos e participa de sua primeira eleição.

Natural de Quaraí, no Rio Grande do Sul, é professora de português e inglês e desenvolveu parte importante de sua trajetória profissional no IFSC, em Florianópolis.

Além de professora, trabalhou como técnica da instituição e participou da organização sindical dos servidores da educação federal.

Sua trajetória inclui participação na construção do Sinasefe, sindicato que representa trabalhadores da educação federal, e atuação na direção da seção sindical catarinense entre 2022 e 2024.

Ana Lucia também participa da Associação Cultural José Martí.

Sua candidatura faz parte da chapa da Unidade Popular, que apresenta Laís Chaud ao Governo de Santa Catarina e também lançou Marlene Soccas para a segunda vaga disponível no Senado.

Jaqueline Almeida Camargo é sua primeira suplente e Jorge Luiz Adão, o segundo.

Ana Lucia concorre com o número 800.

CARLOS BOLSONARO (PL) — NÚMERO 222

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador Carlos Bolsonaro

Carlos Bolsonaro (PL) disputa pela primeira vez uma eleição em Santa Catarina depois de construir sua carreira eleitoral no Rio de Janeiro.

Aos 43 anos, é filho do ex-presidente Jair Bolsonaro e irmão de Flávio Bolsonaro. Formado em Ciências Aeronáuticas, também ganhou projeção nacional por sua atuação nas redes sociais.

Carlos iniciou a carreira política ainda jovem. Foi eleito vereador do Rio de Janeiro pela primeira vez em 2000 e assumiu o mandato aos 18 anos.

A partir daí, permaneceu por seis mandatos consecutivos na Câmara Municipal do Rio.

Sua entrada na disputa catarinense começou a ser construída antes da campanha. Carlos transferiu seu domicílio eleitoral do Rio de Janeiro para Santa Catarina em 2025 e posteriormente confirmou a intenção de disputar uma das duas cadeiras disponíveis no Senado.

O movimento interferiu diretamente na formação da chapa do PL porque Carol de Toni já trabalhava para disputar uma das vagas. Depois das negociações internas, o partido confirmou ambos como candidatos.

Carlos e Carol integram a coligação que apoia a tentativa de reeleição de Jorginho Mello (PL) ao Governo de Santa Catarina.

Carlos Bolsonaro concorre com o número 222.

CAROL (PCO) — NÚMERO 290

eleicoes 2026 foto urna candidata a senadora Carol

Caroline Sant Anna, registrada eleitoralmente como Carol, representa o Partido da Causa Operária (PCO) na disputa.

Professora de ensino fundamental, tem 39 anos, nasceu em Blumenau e participa pela segunda vez de uma eleição para o Senado.

Carol já havia concorrido ao cargo em 2022, quando Santa Catarina escolheu apenas um senador. Naquela eleição, não foi eleita.

Em 2026, retorna à disputa com o número 290.

A candidatura do PCO apresenta propostas relacionadas à legislação trabalhista, redução da jornada de trabalho e reversão de reformas econômicas aprovadas nos últimos anos.

Gilberto Silveira aparece como segundo suplente da chapa.

CAROL DE TONI (PL) — NÚMERO 221

eleicoes 2026 foto urna candidata a senadora em SC Carol de Toni

Caroline Rodrigues de Toni, a Carol de Toni, tem 40 anos e disputa uma vaga no Senado depois de dois mandatos consecutivos como deputada federal por Santa Catarina.

Natural de Chapecó, é advogada e mestre em Direito Público. Sua trajetória eleitoral começou em 2016, quando concorreu a vereadora em Chapecó pelo então PSL, mas não foi eleita.

Dois anos depois, conquistou uma cadeira na Câmara dos Deputados. Em 2022, foi reeleita para um segundo mandato.

Na Câmara, integrou comissões e frentes parlamentares e ganhou projeção nacional entre os parlamentares ligados ao bolsonarismo.

A construção de sua candidatura ao Senado passou por uma disputa interna no PL durante a pré-campanha. A entrada de Carlos Bolsonaro na corrida por uma das vagas provocou discussões sobre a composição da chapa e chegou a alimentar a possibilidade de Carol deixar o partido.

O impasse terminou com o PL lançando os dois nomes. A convenção partidária confirmou Carol de Toni e Carlos Bolsonaro como candidatos ao Senado na chapa ligada à candidatura à reeleição do governador Jorginho Mello.

Carol concorre com o número 221.

DÉCIO LIMA (PT) — NÚMERO 133

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador em SC Decio Lima

Décio Lima (PT) chega à disputa pelo Senado depois de duas candidaturas ao Governo de Santa Catarina e de uma trajetória de mais de três décadas na política.

Natural de Itajaí, tem 65 anos e é formado em Ciências Sociais e Direito pela Univali. Antes de ocupar cargos eletivos, trabalhou como advogado e professor e participou do movimento estudantil.

Décio é um dos fundadores do PT em Santa Catarina e construiu uma parte importante de sua carreira política em Blumenau.

Foi eleito vereador no município em 1992 e, quatro anos depois, venceu a eleição para prefeito. Em 2000, conquistou a reeleição e permaneceu no comando da prefeitura até 2004.

Depois, passou pela Superintendência do Porto de Itajaí e chegou à Câmara dos Deputados. Foi eleito deputado federal em 2006 e conquistou outros dois mandatos consecutivos.

Em 2018, concorreu pela primeira vez ao Governo de Santa Catarina. Voltou à disputa estadual em 2022 e chegou ao segundo turno, quando foi derrotado por Jorginho Mello.

Entre 2023 e o início de 2026, presidiu o Sebrae Nacional. Deixou o cargo para participar das eleições.

Em 2026, em vez de concorrer novamente ao governo, Décio integra a chapa encabeçada por Gelson Merísio (PSB) e disputa uma das duas vagas ao Senado.

Sua primeira suplente é Elaine Berger e a segunda, Fernanda Klitzke.

ESPERIDIÃO AMIN (PP) — NÚMERO 111

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador em SC Esperidiao Amin

Aos 78 anos, Esperidião Amin (PP) é o candidato com a trajetória mais longa em cargos públicos entre os concorrentes ao Senado em Santa Catarina.

Natural de Florianópolis, Amin é formado em Administração pela Udesc e em Direito pela UFSC. Também possui mestrado em Administração e doutorado em Engenharia e Gestão do Conhecimento.

Sua carreira política atravessa mais de cinco décadas.

Foi prefeito de Florianópolis, deputado federal, governador de Santa Catarina por dois períodos e senador. Também disputou a Presidência da República em 1994.

Amin chegou pela primeira vez ao Governo de Santa Catarina após vencer a eleição de 1982. Voltaria ao cargo depois da eleição de 1998.

Também comandou novamente a Prefeitura de Florianópolis e cumpriu mandatos na Câmara dos Deputados.

Em 2018, retornou ao Senado ao receber mais de 1,2 milhão de votos. Como o mandato é de oito anos, volta às urnas em 2026 buscando a reeleição.

Sua candidatura integra a coligação Santa Catarina Acima de Tudo, formada por PSD, MDB e pela Federação União Progressista, que reúne PP e União Brasil. No plano estadual, a aliança apoia João Rodrigues (PSD) para governador.

JEFERSON ROCHA (PRD) — NÚMERO 250

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador em SC Jeferson Rocha

Advogado e produtor rural, Jeferson Rocha (PRD) tem 44 anos e disputa sua terceira eleição.

Natural de Lages, na Serra Catarinense, entrou nas urnas pela primeira vez em 2018, quando concorreu a deputado estadual pelo DEM e ficou na suplência.

Em 2022, tentou uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PROS, mas não foi eleito. Naquele período, também presidiu a legenda em Santa Catarina.

Em 2026, participa da disputa ao Senado pelo PRD, integrante da Federação Renovação Solidária ao lado do Solidariedade.

A campanha apresenta pautas relacionadas ao agronegócio e à distribuição da arrecadação tributária entre União e estados.

Jeferson também incluiu entre suas propostas mecanismos de renegociação de dívidas de produtores rurais, proteção das lavouras diante de eventos climáticos e maior industrialização da produção agropecuária.

Camila Zimmer é a primeira suplente e Jeann Lisboa, o segundo.

JOANINHA DE OLIVEIRA (PSTU) — NÚMERO 160

eleicoes 2026 foto urna candidata a senadora em SC Joaninha de Oliveira

Joaninha de Oliveira (PSTU) é uma das duas candidaturas apresentadas pelo partido para as vagas catarinenses no Senado.

Tem 67 anos e declarou à Justiça Eleitoral como ocupação a de servidora pública civil aposentada.

A candidatura faz parte da estratégia do PSTU de participar das eleições majoritárias com chapa própria em Santa Catarina. O partido também apresenta Professor Marcus Sodré como candidato ao Governo do Estado.

O PSTU optou por não integrar a coligação formada por PT, PSB, PSOL, Rede, PDT, PCdoB e PV em torno da candidatura de Gelson Merísio.

Assim como Marcos Dorval, segundo nome do partido na corrida pelo Senado, Joaninha concorre sem coligação com outras legendas.

Ela disputa a eleição com o número 160.

LUNELLI (MDB) — NÚMERO 155

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador em SC Antidio Lunelli

Empresário e deputado estadual, Antídio Lunelli (MDB) disputa pela primeira vez uma vaga no Senado.

Natural de Corupá, tem 63 anos e construiu sua carreira empresarial principalmente no setor têxtil. Antes de entrar na política eleitoral, passou por diferentes atividades profissionais até criar uma confecção que posteriormente se transformou em um grupo empresarial.

Lunelli construiu sua principal base política no Norte catarinense.

Foi eleito prefeito de Jaraguá do Sul em 2016 e conquistou um segundo mandato em 2020.

Em 2022, deixou a prefeitura com a intenção de disputar o Governo de Santa Catarina, mas o MDB acabou seguindo outro caminho na eleição estadual. Lunelli concorreu então à Assembleia Legislativa e foi eleito deputado estadual.

Em 2026, integra a coligação que apresenta João Rodrigues (PSD) para governador.

A aliança formada por PSD, MDB, PP e União Brasil apresenta Esperidião Amin e Lunelli para as duas cadeiras catarinenses no Senado.

Lunelli aparece ainda entre os candidatos com maior patrimônio declarado à Justiça Eleitoral, com mais de R$ 613 milhões.

Seus suplentes são Clenilton, do União Brasil, e Genésio Spillere, do PP.

MARCOS DORVAL (PSTU) — NÚMERO 161

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador em SC Marcos Dorval Schmitz

Marcos Dorval Schmitz (PSTU) é servidor público federal e concorre ao Senado aos 52 anos.

Natural de Anitápolis, trabalha há mais de três décadas no Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), no campus de São José.

É geógrafo, especialista em gestão pública e técnico em refrigeração e ar-condicionado.

O PSTU disputa a eleição com chapa própria e apresenta dois candidatos ao Senado. Além de Dorval, Joaninha de Oliveira representa a legenda na disputa pela outra vaga.

Entre as propostas apresentadas pelo candidato estão aumento do salário mínimo, redução da jornada de trabalho sem redução salarial e ampliação de serviços públicos.

Marcos Becker e Wagner Betto, ambos do PSTU, são seus suplentes.

MARLENE SOCCAS (UP) — NÚMERO 808

eleicoes 2026 foto urna candidata a senadora em SC Marlene Soccas

Aos 91 anos, Marlene Soccas (UP) é a candidata de maior idade na disputa catarinense pelo Senado em 2026.

Nascida em Laguna e radicada em Criciúma, é dentista aposentada e também formada em História.

Sua trajetória política começou décadas antes de sua participação em eleições.

Durante a ditadura militar, integrou movimentos de oposição ao regime, foi presa em 1970 e posteriormente relatou à Comissão Nacional da Verdade e à Comissão Estadual da Verdade de Santa Catarina as torturas sofridas durante o período em que esteve detida.

Depois de deixar a prisão, retornou a Criciúma e participou de movimentos pela redemocratização, pelos direitos humanos e pela anistia.

Marlene esteve entre os fundadores do PT em 1980, mas deixou a legenda posteriormente. Também teve passagem pelo PCB.

Em 2014, concorreu ao Governo de Santa Catarina pelo PCB, mas não foi eleita.

Agora filiada à Unidade Popular, disputa uma das duas cadeiras no Senado. A legenda também apresenta Ana Lucia da Silveira Machado para o cargo e Laís Chaud para governadora.

Adriana Rio é a primeira suplente e Professor Jacson, o segundo.

TÚLIO PFUETZENREITER (MISSÃO) — NÚMERO 144

eleicoes 2026 foto urna candidato a senador em SC Tulio de Amorim Pfuetzenreiter

Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão) tem 38 anos e participa de sua segunda disputa eleitoral.

Natural de Blumenau, é empresário e chega à corrida pelo Senado depois de participar das eleições municipais de 2024.

Naquele pleito, esteve ligado ao Novo e concorreu a uma vaga no Legislativo municipal. Em 2026, passou a integrar o Missão, partido que também apresenta Marcelo Brigadeiro como candidato ao Governo de Santa Catarina.

Sua candidatura ao Senado ocorre sem participação em uma coligação partidária.

Comandante Edupercio Pratts e Diego Vieira, ambos do Missão, são seus suplentes.

Pfuetzenreiter concorre com o número 144.

SANTA CATARINA TEM 13 CANDIDATOS PARA DUAS VAGAS

A quantidade de cadeiras em disputa é uma das principais diferenças das eleições deste ano.

Em 2022, Santa Catarina escolheu apenas um senador. Em 2026, serão renovadas duas das três cadeiras destinadas ao Estado no Senado Federal.

Isso acontece porque os senadores cumprem mandatos de oito anos e as eleições alternam a renovação de um terço e dois terços das 81 cadeiras da Casa.

Por isso, cada eleitor catarinense poderá escolher dois candidatos diferentes.

A Justiça Eleitoral recebeu 13 candidaturas ao Senado em Santa Catarina em 2026. Em 2022, foram registradas 11 candidaturas, mas havia somente uma cadeira em disputa.

O QUE FAZ UM SENADOR?

O Senado Federal é formado por 81 parlamentares — três representantes de cada estado e três do Distrito Federal.

Os senadores participam da elaboração e votação das leis, analisam projetos aprovados pela Câmara dos Deputados, votam propostas de emenda à Constituição e exercem funções de fiscalização do Poder Executivo.

A Casa possui ainda atribuições específicas previstas na Constituição.

Entre elas está a análise das indicações feitas pelo presidente da República para cargos como ministros do Supremo Tribunal Federal, procurador-geral da República e dirigentes do Banco Central.

O Senado também possui atribuições em processos por crimes de responsabilidade envolvendo determinadas autoridades, conforme as regras constitucionais.

Como o mandato é de oito anos e duas cadeiras catarinenses estão em disputa simultaneamente, a eleição para o Senado ganhou espaço relevante nas articulações dos partidos políticos e das coligações nas eleições 2026.

COMO VOTAR PARA SENADOR EM 2026

Na urna eletrônica, o eleitor terá de registrar dois votos para senador, cada um composto por três dígitos.

Os votos precisam ser destinados a candidatos diferentes.

Caso o eleitor escolha o mesmo candidato nas duas oportunidades, apenas o primeiro voto será contabilizado para aquele candidato e o segundo será considerado nulo.

Não há segundo turno na eleição para senador.

Os dois candidatos que receberem o maior número de votos válidos em Santa Catarina serão eleitos para mandatos de oito anos.

O primeiro turno das eleições de 2026 será realizado em 4 de outubro.

ELEITOR PODE CONSULTAR OS CANDIDATOS NA JUSTIÇA ELEITORAL

As informações oficiais sobre os candidatos a senador em Santa Catarina estão disponíveis no sistema DivulgaCandContas, mantido pela Justiça Eleitoral.

A plataforma permite consultar nome completo, número utilizado na urna, partido, situação do registro, composição das chapas, suplentes, declaração de bens e dados sobre receitas e despesas das campanhas.

A consulta também permite acompanhar eventuais alterações ocorridas durante o processo eleitoral.

Com 13 nomes concorrendo a duas vagas, a escolha para o Senado será uma das decisões dos eleitores catarinenses nas urnas em 4 de outubro.

Você também pode gostar