A Orquestra Brasileira apresenta o espetáculo “Orquestra Brasileira toca Clube da Esquina”, um concerto dedicado a revisitar uma das mais importantes e influentes expressões da música brasileira. O show propõe uma imersão no universo poético, harmônico e afetivo do movimento Clube da Esquina, que transformou a canção popular brasileira a partir da fusão entre música, amizade e liberdade criativa.
Sob direção artística e musical de Luiz Gustavo Zago, o espetáculo reúne arranjos inéditos para a formação singular da Orquestra Brasileira, criando novas leituras para obras consagradas de Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant, Márcio Borges e seus parceiros. Sem perder a essência das composições originais, os arranjos exploram texturas orquestrais, contrapontos e camadas rítmicas que ampliam o alcance emocional e musical desse repertório atemporal.
A formação da Orquestra — com violões de 6 e 7 cordas, cavaquinho, bandolim, flautas, acordeon, saxofone, piano, contrabaixo, bateria e percussões populares — assume uma configuração orquestral própria, combinando procedimentos da música de concerto com a liberdade estética da música popular brasileira. O resultado é um concerto que valoriza tanto o rigor técnico quanto a expressividade coletiva do grupo.
O repertório percorre canções emblemáticas do Clube da Esquina, revelando a sofisticação harmônica, a força melódica e a profunda carga poética que marcaram gerações. O espetáculo propõe uma escuta atenta e sensível, na qual a música se apresenta como espaço de encontro, memória e reinvenção, conectando passado e presente.
“Orquestra Brasileira toca Clube da Esquina” é um tributo respeitoso e criativo a um movimento que ajudou a redefinir os rumos da música brasileira. Um concerto que celebra a amizade, a liberdade artística e a potência da criação coletiva, reafirmando a música como linguagem de afeto, identidade e transformação cultural.
Luiz Zago – Zago é pianista, compositor e diretor musical, tendo intensa participação nos grandes espetáculos musicais sul-brasileiros, expandindo as fronteiras da música entre o clássico, a brasilidade e o jazz. É maestro fundador e diretor musical da Orquestra Brasileira, grupo orquestral nascido em 2022 e composto de violões, cavaco, bandolim, flautas, acordeom, simbolizando a essência da formação da música brasileira, e que se dedica a interpretar de Heitor Villa Lobos e Carlos Gomes a Tom Jobim e Hermeto Pascoal, percorrendo toda a grandiosidade da musica brasileira. Como solista, possui 4 álbuns lançados, diversos singles e trilhas sonoras para audiovisual, além de colaborar com artistas tão diversos como Ivan Lins, Lenine, Baco Exu do Blues, Toquinho, Zeca Baleiro, Alice Caymmi, Jade Baraldo e Paulinho Moska, além de orquestras fundamentais no cenário brasileiro como ntOrquestra Sinfônica Brasileira, Camerata Florianópolis, Petrobras Sinfônica e Nova Orquestra (com a qual participou do Rock in Rio 2019), criando assim a união perfeita entre a delicadeza e dramaticidade clássicas aliada à explosão rítmica presente no universo da música popular, moldando um universo único dentro dos trabalhos que realiza.
Tomou posse em 2019 da cadeira 38 da Academia Catarinense de Letras e Artes, pela relevante atuação expandindo a música e cultura no cenário nacional.
Orquestra Brasileira – A Orquestra Brasileira une os instrumentos de nossa música à expressão e potência da música clássica. Composta de instrumentos que representam a essência da música popular brasileira, como os violões de 6 e 7 cordas, bandolim, cavaquinho, flauta, clarinete e percussão, somados ao acordeom e piano, contrabaixo e bateria, busca visitar pontos fundamentais da cultura brasileira, suas danças, suas festas, gastronomia e imaginário. Para isso, usa o método de trabalho da orquestra clássica, tendo a música escrita como principal referência para o grupo, buscando a precisão nos ensaios e a organização através de naipes, coordenados por um spalla de cada família de instrumentos.
Na direção artística, arranjos e piano, está Luiz Gustavo Zago, artista que atua tendo como ponto central a conexão do universo erudito ao mundo popular e trabalhando fortemente na revitalização e ressignificação da figura da orquestra nos tempos atuais, buscando conexão com o público jovem e formando uma platéia que consuma os concertos orquestrais seja no teatro ou palco aberto.
ORQUESTRA BRASILEIRA:
Piano e regência: Luiz Gustavo Zago
Arranjos: Luiz Gustavo Zago
Flauta: Ana Luísa Remor
Flauta e sax: Elio Vistel
Bandolim: Lucas Moretto Martinez
Cavaco: Duh Romão
Violões: Eduardo Pimentel, Igor Ishikawa
Violão 7 cordas: Filipe Müller
Acordeon: Marcelo Besen
Contrabaixo: Tie Pereira
Bateria: Richard Montano
Percussão – Alexandre Damaria
Convidados:
Dandara Manoela
Eduardo Stormovski
Kako Oliveira
André Luiz
Classificação indicativa: Livre
SERVIÇO
TAR – Teatro Ademir Rosa

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