A residência oficial da vice-governadora de Santa Catarina, Marilisa Boehm (PL), terá um custo anual de R$ 311 mil destinado a serviços terceirizados de cozinha. O contrato foi firmado entre o governo de Jorginho Mello e a empresa Orbenk, em janeiro de 2025, conforme consta no portal da transparência.
O montante reservado equivale a aproximadamente R$ 25,9 mil mensais e foi viabilizado por meio de um pregão eletrônico identificado sob o número 2023CT004691. No documento oficial, os serviços são classificados na categoria “Serviços de Copa e Cozinha”.
Apesar do detalhamento financeiro, o registro não especifica a quantidade de profissionais envolvidos nem os serviços exatos prestados, além da função de cozinheiros.
GASTOS NA RESIDÊNCIA OFICIAL JÁ FORAM ALVO DE POLÊMICA
Essa não é a primeira vez que os custos relacionados à residência oficial da vice-governadora geram debate. Em 2023, os gastos com a manutenção do local dispararam 258% no primeiro ano do governo Jorginho Mello. Inicialmente previsto em R$ 418,3 mil, o orçamento anual saltou para R$ 1,5 milhão, gerando questionamentos e repercussão no estado.
Agora, a nova despesa levanta mais discussões sobre a alocação de recursos públicos. Afinal, qual a real necessidade de um investimento tão elevado apenas para serviços de cozinha?
A destinação desses valores segue dividindo opiniões. Enquanto alguns defendem a necessidade de manter a estrutura da residência oficial, outros questionam se esse tipo de despesa se justifica diante de outras prioridades do estado. E você, o que acha?

Grande Florianópolis alcança um dos maiores Índices de Desenvolvimento Humano do Brasil
Santa Catarina ultrapassa 10 mil multas por porte e uso de drogas em locais públicos desde 2024
Detran-SC orienta motoristas a buscar CNHs antes da destruição
Lula reage à tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil: “Quem tinha que aumentar a taxa seríamos nós”