Imagine um estado onde a economia não apenas resiste aos desafios, mas cresce com vigor. Onde o consumidor tem mais dinheiro no bolso, e o comércio responde com vitrines cheias e carrinhos de compras cheios. Esse é o cenário atual de Santa Catarina, que registrou um impressionante avanço de 6,3% no volume de vendas do comércio varejista no primeiro trimestre de 2025 — segundo melhor desempenho do Brasil, conforme dados recém-divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Quer saber qual estado liderou? Foi o Amapá, com 11,6%. Mas, quando se olha para o Sul e para os maiores centros do país, Santa Catarina brilha sozinha. A média nacional foi de apenas 1,2%. E mais: o estado catarinense superou potências como São Paulo (0,2%) e Minas Gerais (1,8%), além de registrar uma performance muito superior à do vizinho Rio Grande do Sul (4,8%) e Paraná (1,2%).

Conteúdos
CONSUMO DAS FAMÍLIAS CATARINENSES IMPULSIONA O COMÉRCIO
Você sentiu a economia girando nos últimos meses? Pois saiba que o consumo das famílias foi o grande motor por trás desse crescimento. De acordo com o IBGE, nove dos 11 segmentos do comércio varejista analisados tiveram saldo positivo entre janeiro e março de 2025.
O destaque ficou por conta dos artigos de uso pessoal e doméstico, com uma expansão de 17,2%, seguidos por vestuário e calçados, que subiram 9,9%. O setor de móveis e eletrodomésticos também teve desempenho expressivo, com 7%, acompanhado de perto pelos hipermercados e supermercados, com 6,5% de alta.
EMPREGO, RENDA E AMBIENTE DE NEGÓCIOS: OS PILARES DO SUCESSO
Mas o que está por trás desse salto? Segundo o governador Jorginho Mello, a equação é clara: mais emprego + mais renda + incentivo ao empreendedorismo = economia aquecida.
“Santa Catarina é lugar de oportunidade, com gente trabalhadora e um governo estadual que apoia o ambiente de negócios. Por isso somos destaque nacional na geração de vagas de trabalho e na abertura de empresas. Com mais dinheiro na mão, o catarinense vai às compras e movimenta o comércio de todo o estado”, destaca o governador.
Os números confirmam: em 2024, a renda média no estado cresceu 14%, criando as condições ideais para o bom desempenho do comércio neste início de ano.
SETORES QUE CRESCEM E OUTROS QUE AINDA ENFRENTAM DESAFIOS
Além dos segmentos de destaque, outros setores também mostraram recuperação significativa. As vendas de medicamentos e artigos de farmácia subiram 5,8%, enquanto o comércio de combustíveis e lubrificantes cresceu 4,6%.
Por outro lado, nem todos os setores navegaram em maré favorável. Houve queda nas vendas de livros, jornais, revistas e papelaria (-3,5%) e nos equipamentos de informática e comunicação (-10,3%).
VAREJO AMPLIADO TAMBÉM REGISTRA CRESCIMENTO EXPRESSIVO
E não para por aí. Quando o olhar se amplia para além do varejo restrito, os resultados continuam animadores. O chamado comércio varejista ampliado, que inclui setores como construção civil e automotivo, também teve um começo de ano promissor.
As vendas de materiais de construção cresceram 9,7%, enquanto o segmento de veículos, motos e peças saltou 9,1%. O único tropeço veio do comércio atacadista, que registrou uma leve retração de -0,4%.
Para o secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviço, Silvio Dreveck, o bom desempenho é reflexo direto do trabalho conjunto entre o setor produtivo e o governo:
“Os números revelam que o catarinense está comprando mais, resultado do aumento da renda, que chegou a 14% no ano passado. Esse cenário é fruto do aquecimento da economia de Santa Catarina, que recebe grandes investimentos devido à sua mão de obra qualificada, aos portos competitivos e ao apoio oferecido pelo Governo do Estado. Não por acaso somos a economia que mais cresce no país”.
O QUE VEM PELA FRENTE?
Com tantos indicadores positivos, fica a pergunta: até onde Santa Catarina pode ir? O ambiente de negócios está favorável, o consumidor demonstra confiança e o setor público mantém políticas de incentivo que criam as condições ideais para a prosperidade.
Se os próximos trimestres seguirem a tendência atual, o estado pode muito bem consolidar sua posição como referência nacional em crescimento econômico — e, quem sabe, liderar o ranking do IBGE no futuro.
Enquanto isso, comerciantes, investidores e consumidores seguem fazendo a roda girar. Afinal, em Santa Catarina, crescimento deixou de ser promessa. Virou realidade.
Fonte: SECOM
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