Os produtos de gordura animal brasileiros ganharam autorização para serem exportados ao Japão, após conclusão de negociação tarifária anunciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária nesta terça-feira (2). A liberação envolve itens derivados de aves, suínos e bovinos, utilizados na produção de ração animal e alimentos para pets.
Conteúdos
BRASIL AVANÇA NO MERCADO JAPONÊS
Segundo o ministério, a decisão japonesa “amplia a presença brasileira em um dos mercados mais exigentes do mundo”. O país asiático, que já importa soja e milho do Brasil em grande escala, passa a incluir também produtos de gordura animal em sua pauta de compras.
RELEVÂNCIA ECONÔMICA DO JAPÃO
Com uma população de aproximadamente 125 milhões de habitantes, o Japão ocupa a posição de terceira maior economia global. Em 2024, figurou como o 7º principal destino das exportações agropecuárias brasileiras, somando US$ 3,3 bilhões em compras. Entre janeiro e julho de 2025, o volume já atingiu US$ 1,8 bilhão, reforçando o peso da parceria comercial entre os dois países.
NOVOS MERCADOS PARA O AGRONEGÓCIO
O Ministério da Agricultura informou que, desde o início do atual governo, 422 novos mercados internacionais foram abertos para os produtos do setor agropecuário brasileiro. A inclusão dos produtos de gordura animal na lista de exportações para o Japão é considerada estratégica para diversificar a pauta e ampliar o alcance do agronegócio nacional.
Com informações da Agência Brasil
CONECTE-SE COM O CONECTA SC
Quer acompanhar as principais notícias, eventos e curiosidades sobre Santa Catarina? Siga o Conecta SC nas redes sociais:
👉 Facebook | LinkedIn | Instagram
💌 Receba nossos destaques semanais: Assine a newsletter
📱 Entre no nosso grupo do WhatsApp: Clique aqui

Grande Florianópolis alcança um dos maiores Índices de Desenvolvimento Humano do Brasil
Santa Catarina ultrapassa 10 mil multas por porte e uso de drogas em locais públicos desde 2024
Detran-SC orienta motoristas a buscar CNHs antes da destruição
Lula reage à tarifa de 25% dos EUA contra o Brasil: “Quem tinha que aumentar a taxa seríamos nós”