A programação orçamentária 2026 foi publicada pelo Governo Federal nesta quinta-feira (12) em edição extra do Diário Oficial da União. O decreto estabelece limites de empenho e o cronograma mensal de desembolsos para os órgãos do Poder Executivo ao longo do ano.
A medida orienta a liberação de recursos públicos e a execução de políticas federais, com impacto direto na administração financeira do país e na previsibilidade de despesas governamentais neste início de 2026.
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PROGRAMAÇÃO ORÇAMENTÁRIA 2026 DEFINE COMO O DINHEIRO SERÁ LIBERADO
O decreto organiza a execução do Orçamento aprovado pelo Congresso e busca manter as despesas alinhadas às metas fiscais previstas para o ano.
Neste primeiro momento, não houve bloqueio ou contingenciamento de verbas. Possíveis ajustes dependem do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, previsto para o fim de março.
LIMITES DE EMPENHO INDICAM RITMO DOS GASTOS PÚBLICOS
O texto fixa o teto de despesas que podem ser autorizadas pelos órgãos federais em cada período.
Os valores consolidados ficaram assim:
- Até março: R$ 115,7 bilhões
- Até novembro: R$ 196,9 bilhões
- Até dezembro: R$ 240,3 bilhões
Esses limites podem ser revistos conforme a arrecadação e o cumprimento das metas fiscais ao longo do ano.
ORGANIZAÇÃO FISCAL E IMPACTOS NA ECONOMIA
A programação atende à legislação fiscal que exige planejamento da execução orçamentária após a aprovação anual do Orçamento.
Em 2025, o governo adotou faseamento de gastos discricionários, limitando a liberação mensal a uma fração menor do previsto. Eventual medida semelhante para 2026 ainda depende da análise das receitas públicas.
A definição inicial do calendário financeiro serve de referência para ministérios, investimentos públicos e planejamento econômico, enquanto a evolução das contas federais poderá levar a ajustes nos próximos meses.
Com informações da Agência Brasil.

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