Polícia Federal destrói 70 armas de fogo em SC e prevê eliminação de outras 700
A Polícia Federal realizou nesta segunda-feira (15), em Santa Catarina, a destruição de 70 armas de fogo recolhidas em diferentes ações ligadas ao controle de armamentos e ao combate à criminalidade. A operação contou com apoio do Exército Brasileiro e integra uma série de procedimentos destinados à retirada definitiva desses equipamentos de circulação.
As armas destruídas têm origens distintas, incluindo entregas voluntárias feitas por cidadãos dentro da política nacional de desarmamento, cancelamentos de registros e apreensões realizadas em investigações e operações policiais. A iniciativa ocorre em um momento de reforço das ações voltadas ao controle de armamentos no estado.
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ARMAS APREENDIDAS E ENTREGUES VOLUNTARIAMENTE FORAM INCLUÍDAS NO LOTE
Segundo a Polícia Federal, o conjunto destruído reúne armamentos arrecadados por diferentes meios ao longo dos últimos meses.
Parte das armas foi entregue espontaneamente por proprietários que aderiram ao programa de desarmamento e receberam indenização prevista na legislação. Outras tiveram os registros cassados pelas autoridades competentes ou foram apreendidas durante operações de combate a crimes.
Após a retirada de circulação, os armamentos passam por procedimentos de controle antes da destinação final.
EXÉRCITO PARTICIPA DO PROCESSO DE DESTRUIÇÃO
A ação é realizada em parceria com o Exército Brasileiro, responsável por receber os armamentos encaminhados pela Polícia Federal.
Entre as atribuições da instituição estão a catalogação das armas, o registro do material e o encaminhamento para o processo de destruição física, etapa que impede qualquer possibilidade de reutilização.
O procedimento segue protocolos de segurança e rastreabilidade adotados pelos órgãos responsáveis pelo controle de armas no país.
MAIS DE 300 ARMAS JÁ FORAM ELIMINADAS EM SANTA CATARINA
De acordo com a Polícia Federal, mais de 300 armas de fogo já foram destruídas desde o início das ações realizadas em parceria com o Exército.
Além disso, aproximadamente 700 armamentos permanecem sob custódia das autoridades e deverão passar pelo mesmo procedimento futuramente.
A expectativa é que novas etapas de destruição sejam realizadas nos próximos meses, reduzindo gradualmente o estoque de armas apreendidas ou recolhidas que aguardam destinação definitiva em Santa Catarina.





