Florianópolis recebe nesta quarta-feira (19) o Seminário de Patrimônio Cultural Imaterial: conexões entre identidade e pertencimento, que será realizado no Centro, na rua Conselheiro Mafra, 656. O encontro reúne comunidade acadêmica, gestores públicos e interessados em discutir como tradições, saberes e práticas ajudam a preservar a identidade cultural da cidade.
O seminário ocorre das 8h30 às 12h e das 13h40 às 18h e também pretende orientar a população sobre os processos de registro do patrimônio cultural imaterial. A programação ganha relevância em Florianópolis por tratar de manifestações que atravessam gerações e fazem parte da memória coletiva do município.
SEMINÁRIO DE PATRIMÔNIO CULTURAL IMATERIAL DISCUTE TRADIÇÕES DE FLORIANÓPOLIS
A programação aborda o conceito de patrimônio cultural imaterial e a importância de reconhecer práticas culturais que permanecem vivas na comunidade.
Entre os exemplos associados à cultura local estão o Boi de Mamão, o Terno de Reis, a Procissão do Senhor dos Passos e os engenhos de farinha.
COMO FUNCIONA O REGISTRO DO PATRIMÔNIO CULTURAL
Além do debate sobre identidade e pertencimento, o encontro apresenta informações sobre os procedimentos para registrar bens culturais imateriais.
A proposta é aproximar a população dos mecanismos de reconhecimento dessas manifestações e ampliar o conhecimento sobre a preservação de práticas tradicionais.
O tema envolve conhecimentos, formas de expressão, celebrações e modos de fazer que podem representar a história e as características de uma comunidade.
LOCAL, HORÁRIOS E INSCRIÇÕES
O Seminário de Patrimônio Cultural Imaterial será realizado na rua Conselheiro Mafra, 656, no Centro de Florianópolis.
A programação está dividida em dois períodos: das 8h30 às 12h e das 13h40 às 18h.
A participação é gratuita. As inscrições podem ser feitas até terça-feira (18), por meio do link informado pela organização.
Com a realização do seminário, a discussão sobre o reconhecimento e a preservação das tradições locais deve ganhar espaço entre moradores, pesquisadores e gestores. O debate também pode contribuir para ampliar o conhecimento sobre os processos de registro e a valorização do patrimônio cultural imaterial de Florianópolis.


